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Fonoaudióloga é presa em Jequié suspeita de agredir criança com hidrocefalia

por suporte
Fonoaudióloga é presa suspeita de agredir criança com hidrocefalia durante atendimento em centro terapêutico na Bahia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Uma fonoaudióloga de 44 anos foi presa na segunda-feira (3), suspeita de agredir uma criança de 8 anos durante um atendimento terapêutico na cidade de Jequié, no sudoeste da Bahia. A vítima possui diagnóstico de hidrocefalia e era acompanhada pela profissional há cerca de três anos.

De acordo com informações da Polícia Civil da Bahia, as investigações tiveram início após uma denúncia apresentada por um familiar da criança. O relato aponta que as agressões teriam ocorrido durante uma sessão realizada no dia 23 de fevereiro deste ano, em uma clínica que funciona na extensão da residência da investigada.

A polícia informou que, durante o cumprimento de um mandado de busca, foram apreendidos um equipamento de gravação do sistema interno de monitoramento (DVR) e prontuários terapêuticos relacionados ao atendimento da vítima. Todo o material recolhido será submetido a exames periciais para auxiliar no andamento das investigações.

A suspeita foi localizada no bairro Pompílio Sampaio por equipes da 1ª Delegacia Territorial de Jequié. O nome da profissional não foi divulgado oficialmente pela polícia. No entanto, a apuração da TV Sudoeste, afiliada da TV Bahia, indica que se trata de Jerusa Farias de Sousa Reis.

Defesa informa que fonoaudióloga investigada em caso de suposta agressão em Jequié responderá ao processo em liberdade

A defesa da fonoaudióloga investigada por suposta agressão contra uma criança durante atendimento terapêutico na cidade de Jequié, no sudoeste da Bahia, divulgou uma nota oficial à imprensa informando que a profissional responderá ao processo em liberdade.

De acordo com o comunicado, durante audiência de custódia realizada no dia 4 de março de 2026, a autoridade judicial competente decidiu revogar a prisão preventiva que havia sido decretada anteriormente. Ainda segundo a defesa, o juízo entendeu pela substituição da medida por cautelares consideradas menos gravosas, conforme previsto na legislação processual penal vigente.

Com a decisão, a investigada permanecerá à disposição do Poder Judiciário e deverá cumprir as determinações impostas no curso do processo.

A defesa também afirmou, por meio da nota, que mantém confiança na atuação da Justiça e no devido processo legal, destacando que os fatos serão devidamente esclarecidos durante a fase de instrução.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil da Bahia.

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