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Itagibá Aposta em Moeda Social para Reduzir Desigualdades e Gerar Renda

por suporte
Reprodução: O boto Economia Solidária

Agorinha, em dezembro de 2024, foi sancionada a Lei nº 15.068/2024, um marco legal que promete revolucionar a forma como o país combate a pobreza, gera renda e protege o meio ambiente. A nova legislação cria a Política Nacional de Economia Solidária (PNES) e o Sistema Nacional de Economia Solidária (Sinaes), mecanismos destinados a impulsionar cooperativas, associações e pequenos empreendimentos coletivos — um assunto muito caro a este site, que tem despertado o interesse da população carente de Ipiaú e região.

O acontecimento foi comemorado pelo Grupo Ambientalista Papamel, que há tempos nutre a esperança de implantar projetos similares (como o caso da produção e fornecimento da jaca na merenda escolar da rede municipal da região) e abraça, de corpo e alma, essa iniciativa.


👉 O que muda na prática?

A nova lei reconhece oficialmente a Economia Solidária como um modelo econômico baseado na autogestão, comércio justo e na distribuição equitativa dos lucros. Cooperativas de catadores, agricultores familiares, costureiras e outros grupos organizados democraticamente terão acesso prioritário a crédito, mercados e tecnologias. O objetivo é fortalecer quem trabalha em rede, gera renda sem explorar a mão de obra e ainda preserva o meio ambiente.


🔍 Principais pilares da lei:

Fim da exclusão: Empreendimentos informais (como grupos de artesãos) serão cadastrados e incentivados à formalização, garantindo acesso a políticas públicas.
Dinheiro transparente: Os resultados financeiros devem ser divididos de forma justa entre todos os membros, com gestão democrática e sem intermediários.
Prioridade ao clima: Atividades que degradam o meio ambiente serão barradas. Só receberão apoio os projetos com práticas sustentáveis.
Combate à desigualdade: A PNES focará em regiões vulneráveis, com ações voltadas à redução das disparidades regionais e à promoção da equidade de gênero e raça.


🚫 Quem fica de fora?

Empresas que lucram com a intermediação de trabalhadores subordinados (como plataformas de entrega) não serão beneficiadas. A lei prioriza quem “coloca a mão na massa” e toma decisões de forma coletiva.


💡 Por que isso importa?

Segundo o governo federal, a economia solidária já movimenta R$ 16 bilhões no país e envolve cerca de 4 milhões de trabalhadores, que deixarão de atuar na informalidade.

Com a nova lei, o setor poderá:

• Gerar 500 mil empregos diretos até 2030;
• Fomentar o consumo consciente (produtos com preço justo para produtor e consumidor);
Recuperar empresas falidas por meio da autogestão dos próprios funcionários.


📌 Próximos passos:

O Sinaes começará a operar em 2025, integrando ações federais, estaduais e municipais. Um cadastro nacional identificará os empreendimentos aptos a receber recursos.

“Esta é uma vitória da sociedade organizada. Queremos que o Brasil seja referência em uma economia que une justiça social e sustentabilidade”, afirmou o vereador Robson Moreira.

A lei já está em vigor e pode ser consultada no Diário Oficial da União.
Para os empreendedores, a dica é: organizem-se, formalizem-se e preparem-se para acessar as novas oportunidades. 🌱💪

Reprodução: slideplayer.com.br/

Moedas Sociais Locais: Ferramenta Estratégica para Alavancar a Economia Solidária e o Desenvolvimento Socioeconômico

Itagibá saiu na frente e já discute a implementação de uma Moeda Social Local, que surge como uma estratégia complementar à Lei nº 15.068/2024 (Política Nacional de Economia Solidária – PNES), com o potencial de ampliar seus objetivos: reduzir desigualdades, gerar emprego e fomentar economias sustentáveis.

Essas moedas alternativas, que circulam em comunidades específicas, são aliadas naturais dos empreendimentos solidários, como mostram os pontos de convergência abaixo:


1. Fortalecimento da Economia Local

Como funciona: Moedas sociais (ex.: Tucum, no Ceará; Bem, em Minas Gerais) incentivam transações entre produtores, comerciantes e consumidores locais, mantendo a riqueza circulando na comunidade.

Conexão com a Lei nº 15.068/2024:

  • Alinha-se ao eixo de “fomento à comercialização e ao comércio justo” da PNES, facilitando o acesso a mercados para pequenos empreendimentos.
  • Promove o desenvolvimento territorial integrado, um dos princípios da economia solidária.

2. Inclusão Financeira e Empoderamento Comunitário

Como funciona: Grupos vulneráveis (artesãos, agricultores familiares) passam a ter acesso a um sistema financeiro alternativo, sem depender de bancos tradicionais.

Conexão com a Lei nº 15.068/2024:

  • Atende ao objetivo de “garantir condições concretas de participação social” e “reduzir desigualdades regionais”.
  • Integra-se ao eixo “acesso a serviços de finanças e crédito” do Sinaes, podendo ser regulamentada como instrumento de fomento.

3. Sustentabilidade e Consumo Consciente

Como funciona: Moedas locais valorizam produtos artesanais, agroecológicos e serviços comunitários, desestimulando cadeias produtivas poluentes.

Conexão com a Lei nº 15.068/2024:

  • Reflete o princípio de “práticas produtivas ambientalmente sustentáveis” da PNES.
  • Impulsiona o “consumo responsável”, um dos eixos estratégicos da política.

4. Autogestão e Cooperação em Rede

Como funciona: A gestão das moedas é feita de forma coletiva, com decisões democráticas sobre emissão e uso, reforçando a cultura da autogestão.

Conexão com a Lei nº 15.068/2024:

  • Respeita o requisito de “gestão democrática e soberania assemblear” para empreendimentos solidários.
  • Fortalece redes de cooperação, priorizadas no Sinaes.

5. Desafios e Oportunidades

Regulamentação: A lei ainda não menciona diretamente as moedas sociais, mas o Sinaes pode criar normas para integrá-las ao cadastro nacional de empreendimentos solidários.

Escalabilidade: Experiências como a do Banco Palmas mostram que, com apoio técnico e recursos públicos (via PNES), essas iniciativas podem expandir seu impacto.

Integração com políticas públicas: Municípios podem vincular programas de assistência social (ex.: cartões alimentação) a moedas locais, direcionando recursos diretamente à economia solidária.


A vereadora Mônica Souza, integrante da base da prefeita Laryssa Dias, é uma entusiasta da causa e tem demonstrado força política. Agora, a população espera que ela se debruce sobre o tema e exerça sua função legislativa para viabilizar a implantação de uma Moeda Social Local como alternativa econômica concreta.

Essa ferramenta dialoga diretamente com a Lei nº 15.068/2024. Ao estimular circuitos curtos de produção e consumo, democratizar o acesso a recursos e valorizar práticas sustentáveis, as moedas sociais se tornam um braço operacional da economia solidária, acelerando o desenvolvimento socioeconômico inclusivo.

Com respaldo do Sinaes, essas iniciativas poderão ganhar escala nacional, tornando o Brasil um laboratório global de economias que colocam as pessoas e o planeta no centro.

“É chegada a hora de Laryssa esquecer, se afastar de verdade da Flávia, e focar em Ipiaú. Aí, sim, tudo vai mudar”, completou o vereador Robson. 🌍


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