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Saúde Pública: Moradores de Tapirangi denunciam descaso e irregularidades no atendimento médico

by suporte
Comunidade de Itagibá relata redução de carga horária, falta de suporte emergencial e riscos em procedimentos cirúrgicos na Unidade Básica

ITAGIBÁ – A população do distrito de Tapirangi, pertencente ao município de Itagibá, vive um cenário de profunda insegurança e abandono no setor da saúde. Denúncias enviadas por moradores revelam que, apesar da cidade ostentar uma das maiores arrecadações da região, o atendimento médico na localidade é marcado por irregularidades graves, que vão desde o descumprimento de carga horária até a falta de profissionais em momentos críticos.

De acordo com os relatos, o médico responsável pela unidade encerra os atendimentos por volta das 09h30, embora o registro de ponto indique permanência até as 16h. A situação deixa a comunidade, composta por um grande número de idosos e pacientes crônicos, desassistida durante a maior parte do dia. Além da ausência médica, o suporte de enfermagem é inexistente aos finais de semana, deixando o distrito sem qualquer cobertura técnica para emergências.

Infraestrutura e Atendimento Hostil A logística de socorro também é alvo de críticas. Com apenas uma ambulância disponível e condutores supostamente sem treinamento adequado para situações de urgência, o transporte de pacientes pelas estradas vicinais esburacadas é descrito como perigoso e desrespeitoso. Somado a isso, moradores apontam que o atendimento na recepção da unidade é realizado de forma ríspida, com falta de empatia e episódios de hostilidade verbal.

Graves Suspeitas e Riscos Sanitários A denúncia traz ainda um elemento alarmante: a realização de pequenas cirurgias dentro da Unidade Básica de Saúde (UBS), sem as condições sanitárias adequadas, expondo pacientes a riscos de contaminação. Há menções, inclusive, de que o profissional estaria sob suspeita de envolvimento em casos anteriores de imperícia na região.

Diante do caos relatado, a comunidade de Tapirangi clama por uma intervenção do Ministério Público e das autoridades municipais para que o direito constitucional à saúde digna seja restabelecido. * Redação Ipiaú TV

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